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Palmeiras assinou acordo para pagar R$ 1 milhão a Edmundo

Palmeiras e Edmundo construíram uma bela história. Vascaíno de coração, o atacante criou um sentimento especial pelo clube alviverde durante os anos em que…

Palmeiras assinou acordo para pagar R$ 1 milhão a Edmundo

Créditos: Divulgação/Palmeiras

Palmeiras e Edmundo construíram uma bela história. Vascaíno de coração, o atacante criou um sentimento especial pelo clube alviverde durante os anos em que vestiu o manto palestrino. Mas nem por isso a parceria deixou de ser uma relação profissional, como ficou claro quando o jogador entrou na Justiça.

O Animal recorreu aos tribunais para receber direitos trabalhistas devidos pelo Verdão referentes a sua segunda e última passagem pelo antigo Parque Antarctica, entre 2006 e 2007. Em 2009, ele acionou a 35ª Vara do Trabalho de São Paulo do Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região cobrando mais de R$ 1 milhão.

As partes entraram em comum acordo e as diferenças foram resolvidas. Naquela época, o eterno camisa 7 palestrino já tinha se aposentado. No ano anterior, fez sua última temporada como profissional vestindo o uniforme do Vasco da Gama, equipe de seu coração e responsável por revelá-lo ao futebol.

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Vascaíno desde a infância, o Animal nunca escondeu o amor que sente pelo clube de São Januário. Entretanto, a identificação com o Verde é tão forte, que ele guarda um lugar especial ao Maior Campeão do Brasil em seu coração.

Edmundo deixou seu nome na história no Palmeiras

Ao longo da carreira, o camisa 7 teve duas passagens pelo antigo Parque Antarctica e somou 223 partidas disputadas e 99 gols marcados vestindo o manto palestrino. 

Além dos números individuais, conquistou cinco títulos: dois Brasileiros (1993 e 1994), dois Paulistas (1993 e 1994) e um Torneio Rio-São Paulo (1993).

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.