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Palmeiras não brinca em serviço e assina com mais um jogador

De olho nos próximos talentos da base que brilharão no profissional, o Palmeiras assinou o primeiro contrato profissional com o zagueiro Fellipe Jack, de…

Palmeiras não brinca em serviço e assina com mais um jogador

Fellipe Jack. Foto: Reprodução/Facebook.

De olho nos próximos talentos da base que brilharão no profissional, o Palmeiras assinou o primeiro contrato profissional com o zagueiro Fellipe Jack, de 16 anos, até 2025. O jovem defensor do time Sub-17 é tido como um dos jogadores mais promissores das categorias de formação alviverdes.

Felipe faz parte da mesma geração que Endrick, Luis Guilherme, Thalys e Estevão, garotos que, conforme as estimativas do clube, poderão render por volta de R$ 1 bilhão no futuro.

Desde os 10 anos no Verdão, o zagueiro já conquistou diversos títulos vestindo o manto palestrino nas categorias de base. Além de ter se sagrado campeão com a Seleção Brasileira do Torneio de Montaigu, disputado na França, e ter sido convocado recentemente para o time sub-17 do Brasil.

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Na atual temporada pela equipe Sub-17 do Palmeiras, o jogador disputou 23 partidas e balançou as redes adversárias três vezes. 

Palmeiras enfrenta o Botafogo logo mais

Nesta segunda-feira (3), às 20h, o Verdão encara o Botafogo, no Nilton Santos, em partida válida pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Será a 10ª das finais que os comandados de Abel Ferreira têm pela frente até o fim da competição.

Para o duelo, o Alviverde contará com o retorno de Weverton e Gustavo Gómez, que voltam ao time após período com suas respectivas seleções, e Danilo, Zé Rafael e Gabriel Menino, que retornam de suspensão.

Sem perder há 13 jogos no torneio nacional e invicto fora de casa, o Palestra lidera com 60 pontos e pode abrir 10 pontos de vantagem para o Internacional, segundo colocado com 53, caso vença no Rio de Janeiro.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.