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Palmeiras aparece em novo levantamento dando um show no Flamengo

O Palmeiras dá um show no Flamengo no novo levantamento do CIES Football Observatory (Observatório de Futebol do Centro Internacional de Estudos de Esporte).…

Palmeiras aparece em novo levantamento dando um show no Flamengo

Créditos: Werner Flister/Palmeiras

O Palmeiras dá um show no Flamengo no novo levantamento do CIES Football Observatory (Observatório de Futebol do Centro Internacional de Estudos de Esporte). O instituto divulgou o ranking dos clubes que mais lucraram no mercado da bola de 2021 para cá.

O Verdão, que se especializou na venda de jogadores, especialmente das revelações de suas categorias de base, aparece na 118ª posição. O Rubro-Negro Carioca, por sua vez, sequer figuram na lista – como de praxe, amplamente dominada pelos europeus.

Entre os brasileiros, o Athletico-PR é o melhor colocado e ocupa a 27ª posição. Botafogo, em 45º, e Internacional, em 82ª, também estão bem ranqueados. Já os piores vendedores são os sauditas, que nos últimos anos se colocaram no mercado como compradores.

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Um dos critérios considerados pelo estudo é o clube ter movimentado mais de 10 milhões de euros com vendas desde 2021. Conta o saldo de atletas profissionais comprados e vendidos definitivamente. Jogadores da base estão fora da equação.

O fato de não serem contabilizadas vendas de jogadores da base pesa para que o Palestra não esteja em uma posição melhor. Certamente a configuração seria outra neste caso.

Confira os times que mais lucraram com vendas desde 2021:

  1. Eintracht Frankfurt – R$ 1,7 bilhão
  2. Brighton – R$ 1,3 bilhão
  3. Stuttgart – R$ 1,1 bilhão
  4. Atalanta – R$ 930 milhões
  5. Benfica – R$ 911 milhões
  6. RC Lens – R$ 830 milhões
  7. Udinese – R$ 793 milhões
  8. Union Saint-Gilloise – R$ 700 milhões
  9. Lecce – R$ 700 milhões
  10. Lille – R$ 694 milhões
Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.