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Palmeiras acabou com piada, virou bicho papão e está deixando Gabigol sem graça

O Palmeiras acabou com piada antiga, tornou-se um verdadeiro bicho-papão e deixou sem argumento os rivais que tiravam sarro do clube. Antes dono de…

O Palmeiras acabou com piada antiga, tornou-se um verdadeiro bicho-papão e deixou sem argumento os rivais que tiravam sarro do clube. Antes dono de uma história quase insignificante na Copa São Paulo de Futebol Júnior, o Verdão hoje é o grande time a ser batido no torneio e favorito a conquistar o terceiro título consecutivo.

Até 2015, as categorias de base do Alviverde existiam praticamente por questões protocolares. A estrutura era ruim, boas equipes eram raras de serem formadas, assim como os talentos eram pouco aproveitados no profissional. Título, então, era uma palavra desconhecida.

Tudo mudou após uma completa reformulação da área promovida por Paulo Nobre e chefiada por João Paulo Sampaio. De irrelevante na base, o clube passou a ser uma referência em termos de projeto: estrutura, bons times, títulos e jogadores revelados para a equipe principal.

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Em 2021, o Palestra acabou de vez com a piada envolvendo a Copinha. No ano seguinte, foi além e faturou o bicampeonato. Na atual edição, quebrou o recorde de vitórias consecutivas e é um sério candidato a bater campeão novamente.

Os rivais, por sua vez, ficam sem graça. Atletas como Gabigol, por exemplo, que provocou o clube após a vitória na Supercopa de 2021, já não pode mais usar o “não tem Copinha” como argumento para tentar bater de frente com o Maior Campeão Nacional.

Palmeiras tem decisão pela frente na Copinha

Depois de derrotar o Sport no primeiro duelo do mata-mata, o Verde agora encara o Aster Itaqua, pela terceira fase da Copa São Paulo. A partida acontece nesta segunda-feira (15), às 18h30 (de Brasília), na Arena Barueri.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.