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Pablo Maia está tremendo de medo de jogador do Palmeiras

O volante Pablo Maia, do São Paulo, foi questionado sobre qual foi o jogador mais difícil que já marcou. Na resposta, o jovem jogador…

Pablo Maia está tremendo de medo de jogador do Palmeiras

O volante Pablo Maia, do São Paulo, foi questionado sobre qual foi o jogador mais difícil que já marcou. Na resposta, o jovem jogador de 21 anos de idade, revelado nas categorias de base de Cotia, não titubeou e apontou um palmeirense como adversário mais complicado que teve pela frente.

“Acho que Veiga”, disse o meio-campista, durante dinâmica de perguntas feita pelo Sportscenter, da ESPN, citando Raphael Veiga, destaque do Verdão e um dos principais jogadores do país na atualidade.

Meia-atacante completo, o camisa 23 do Alviverde não se limita a só uma função dentro de campo, o que certamente é um tremendo de um incômodo para os rivais. Bom técnica e fisicamente, habilidoso e aplicado taticamente, o atleta se destaca não só pelos passes decisivos, mas pelos gols e também o excelente trabalho de recomposição que faz.

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Um bom exemplo das múltiplas qualidades de Raphael é a distribuição de suas participações diretas em gols do Palestra em 2023. Em 44 partidas disputadas na temporada, soma 30 contribuições diretas, sendo 16 gols e 14 assistências – artilheiro e maior garçom do time.

Pablo Maia e Veiga vêm protagonizando grandes embates

O palestrino costuma circular justamente no setor do volante são-paulino, buscando atuar nas costas do segundo homens de meio de campo ou aproveitando para pisar na área – neste caso, dando trabalho diretamente para o primeiro homem e para a zaga.

Nas últimas temporadas, Pablo e Raphael têm se enfrentado com frequência e protagonizado embates interessantíssimos, assim como os times de Palmeiras e São Paulo, que na história recente do Choque-Rei duelaram em finais de Paulista, eliminatória de Copa do Brasil e mata-mata de Libertadores.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.