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Outro nome foi escolhido para ocupar a vaga de Anderson Barros no Palmeiras

Um outro diretor de futebol foi escolhido para ocupar o lugar de Anderson Barros no Palmeiras. Antes do dirigente chegar ao Allianz Parque, no…

Outro nome foi escolhido para ocupar a vaga de Anderson Barros no Palmeiras

Créditos: Cesar Greco

Um outro diretor de futebol foi escolhido para ocupar o lugar de Anderson Barros no Palmeiras. Antes do dirigente chegar ao Allianz Parque, no fim de 2019, para substituir Alexandre Mattos, recém demitido, um outro profissional era o favorito para assumir o departamento do clube.

O profissional em questão é Thiago Scuro. Na época, Thiago estava à frente do futebol do Red Bull Bragantino. O time do interior paulista havia conquistado o título do Campeonato Brasileiro da Série B e se preparava para a jornada na elite do esporte bretão nacional.

Scuro estava em alta pelo trabalho realizado no Braga. Por isso, se deu ao luxo de recusar a possibilidade de se transferir para o Maior Campeão do Brasil. Naqueles tempos pré Abel Ferreira, o Palestra passava por uma instabilidade. E, além disso, o diretor tinha carta branca para agir em Bragança Paulista.

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Dias depois, o Alviverde, então presidido por Maurício Galiotte, anunciou a contratação de Barros, que estava de saída do Botafogo. Anderson chegou com a missão de arrumar a casa, foi um dos responsáveis pela contratação de Abel e o resto é história.

Anderson Barros vive incerteza no Palmeiras

Após o término da temporada de 2024, muitos questionamentos rondaram o Allianz Parque, principalmente em relação ao departamento de futebol. Criticado externamente, Barros também passou a ser contestado nos bastidores do clube.

Uma saída foi cogitada e Scuro apontado novamente como possível alvo. Mas, pelo menos por enquanto, o diretor segue no cargo, muito por conta da relação de confiança construída junto ao técnico Abel Ferreira.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.