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Nova profissão do volante Amaral é de cair da cadeira

Amaral foi um dos craques que defenderam as cores do Palmeiras ao longo da década de 1990. O ex-volante fez história no clube e…

Nova profissão do volante Amaral é de cair da cadeira

Foto: Reprodução

Amaral foi um dos craques que defenderam as cores do Palmeiras ao longo da década de 1990. O ex-volante fez história no clube e vestiu outras camisas importantes do futebol brasileiro e mundial, como as do Vasco, Atlético-MG, Benfica, Parma, Fiorentina, além da amarelinha da Seleção Brasileira.

Hoje, o ex-volante é praticamente um influenciador digital, embora não goste tanto de ser chamado assim. Só no Instagram, por exemplo, ele soma 1,3 milhão de seguidores. É comum vê-lo comentando nas páginas esportivas, com seus bordões clássicos e exercendo sua influência no mundo digital.

Um dos personagens mais folclóricos do esporte bretão nacional, o meio-campista também é presença frequente em programas esportivos e protagonista de propagandas na televisão e na internet. Aposentado desde 2005, o atleta segue relevante no meio da bola, com seu carisma e contando as diversas histórias divertidas que o fizeram notável.

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“Falam que estou em todo lugar em toda hora. É para fazer o dia mais feliz, um momento de descontração. Sou um cara muito atento por todos. Comento da minha forma, as pessoas comentam em baixo, dão risadas. É uma coisa natural”, disse Amaral, em entrevista recente ao Uol Esporte.

Amaral fez história no Palmeiras

Amaralzinho, como também é conhecido pelos antigos companheiros da bola, vestiu o manto palestrino por cinco temporadas e ao todo realizou 244 partidas pelo Maior Campeão do Brasil, com seu característico vigor físico e poder de marcação.

O volante conquistou seis títulos pelo Verdão, os Campeonatos Paulistas de 1993, 1994 e 1996, os Campeonatos Brasileiros de 1993 e 1994, e também o Torneio Rio-São Paulo de 1993.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.