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Nova profissão de Marcos Assunção depois da aposentadoria do futebol surpreende

Marcos Assunção pendurou as chuteiras em 2016 e encerrou sua trajetória nos gramados de futebol. Um dos maiores cobradores de falta de todos os…

Nova profissão de Marcos Assunção depois da aposentadoria do futebol surpreende

Créditos: Instagram/Marcos Assunção

Marcos Assunção pendurou as chuteiras em 2016 e encerrou sua trajetória nos gramados de futebol. Um dos maiores cobradores de falta de todos os tempos, o ex-meio-campista hoje exerce mais de uma atividade profissional, dentro e fora do universo futebolístico.

Aos 49 anos de idade, o ex-palestrino está no ar diariamente no programa Bola na Rede, da Rede TV, atuando como comentarista. No início do ano, fez parte da equipe de transmissão da Cazé TV durante o Paulistão, como representante do Verdão, e, anteriormente, também trabalhou na Band.

Fora do mundo da bola, o ex-meia atua como empresário. Um de seus empreendimentos, por exemplo, é a PZ, marca de roupas voltada para o público preto. Bastante politizada, a marca explora o universo anti-racista e grandes ícones da história negra, como Malcolm X, Martin Luther King Jr., Nelson Mandela, entre outros.

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Além da PZ, Assunção também toca a academia MA20 Fitness e a NB Clínica e Estética, investindo nas áreas da saúde e da beleza. Essas são algumas das funções exercidas pelo atleta que teve passagens, além do Palestra, por Santos, Flamengo, Portuguesa, Roma, Real Betis e Seleção Brasileira.

Marcos Assunção fez história no Palmeiras

Se hoje Assunção está presente na mídia muitas vezes como um representante palestrino não é por acaso. O especialista em faltas fez história vestindo verde e branco entre 2010 e 2012, anos em que atuou no Maior Campeão do Brasil.

Ao todo, foram 145 disputadas, 31 gols marcados e o título da Copa do Brasil de 2012, do qual foi um dos protagonistas.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.