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Neto não se cala e sai em defesa de Abel Ferreira após expulsão

O apresentador Neto resolveu sair em defesa de Abel Ferreira após a expulsão do palmeirense na vitória do Verdão por 2 a 1 sobre…

Neto não se cala e sai em defesa de Abel Ferreira após expulsão

Foto: Reprodução.

O apresentador Neto resolveu sair em defesa de Abel Ferreira após a expulsão do palmeirense na vitória do Verdão por 2 a 1 sobre o Cuiabá. O ídolo corintiano destacou o fato de uma dos bandeiras da partida ter falado espanhol com o português e que a arbitragem está passando dos limites ao tentar punir o técnico a todo momento.

“O Abel reclama demais, tem o comportamento dele… mas o bandeirinha falar espanhol com ele, tá de sacanagem, né?! O cara é português, irmão. Passam do limite em querer dar cartão toda hora pro Abel Ferreira, de querer expulsar”, disse em seu canal no YouTube.

Na coletiva depois do jogo, o comandante palestrino afirmou que o assistente, responsável pelo cartão vermelho, se dirigiu a ele falando em espanhol. Para o ex-jogador, além desse absurdo, o lusitano não fez nada de diferente de outros treinadores à beira do gramado e que isso demonstra a perseguição que há contra ele.

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“Todos os treinadores são iguais em relação ao quanto ficam na beira do gramado. Há uma perseguição imensa ao Abel, isso eu não tenho dúvida”, concluiu o ex-atleta.

 Abel Ferreira afirma que foi punido injustamente

O treinador falou sobre seu comportamento à frente do banco de reservas e que vem buscando melhorar neste aspecto. Porém, desta vez, ele garante que não entendeu o motivo de sua expulsão, a sétima desde que chegou ao Allianz Parque.

Abel afirma que em momento nenhum ofendeu a equipe de arbitragem e diz que pode ter havido um equívoco por parte do bandeirinha responsável por denunciá-lo ao juiz do jogo. Na súmula, o apitador colocou que o técnico disse a frase “que arbitragem de merda”.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.