★ Notícias do Palmeiras

Mundial do Palmeiras de 1951 esteve recheado de craques da Copa do Mundo

Em 1951, o Palmeiras bateu a Juventus, da Itália, na final da Copa Rio e se tornou o primeiro campeão mundial de clubes. A…

Mundial do Palmeiras de 1951 esteve recheado de craques da Copa do Mundo

Foto: Divulgação.

Em 1951, o Palmeiras bateu a Juventus, da Itália, na final da Copa Rio e se tornou o primeiro campeão mundial de clubes. A importância do torneio, muitas vezes contestada por rivais, esteve, entre outros aspectos, na força dos times participantes, que reuniam 17 jogadores de seleção, conforme apurou o Uol.

Todos esses nomes estiveram representando seus respectivos países na Copa do Mundo do Brasil, disputada um ano antes e que foi uma das razões para a criação do torneio conquistado pelo Palestra.

O Alviverde tinha em seu elenco Jair Rosa Pinto, que defendeu o selecionado canarinho. Tal qual o Vasco da Gama, que contava com seis vice-campeões no Maracanã em 1950: Barbosa, Augusto, Danilo, Maneca, Ely, Alfredo e Friaça.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

O Estrela Vermelha, da Sérvia, tinha em seu plantel cinco atletas da seleção iugoslava. Enquanto a Juve possuía quatro integrantes da Itália, que na época já era bicampeã do mundo.

Além dos clubes já citados, participaram da competição Sporting (Portugal), Nice (França), Áustria Viena (Áustria) e Nacional (Uruguai). Os times se enfrentaram primeiramente em fase de grupos e depois em mata-mata.

Palmeiras devolveu o orgulho brasileiro no futebol

O objetivo da CBD ao organizar o torneio era recriar a Copa do Mundo de 1950, mas não com seleções e, sim, com clubes. Afinal, naquele fatídico Mundial, o Brasil acabou amargando uma das derrotas mais dolorosas de sua história, o Maracanazo.

Depois de se classificar em sua chave, o Palestra avançou para as eliminatórias. Na final, diante de mais de 100 mil pessoas presentes no Maracanã, bateu a Velha Senhora por 1 a 0 e ficou com a taça.

Diversos jornais celebraram a conquista palmeirense e destacaram a importância do título, que devolveu aos brasileiros da época o orgulho do país no esporte bretão.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.