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Ministro do STF retira título Mundial do Palmeiras

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, voltou a provocar o Palmeiras, desta vez durante evento na Faculdade de Direito da…

Ministro do STF retira título Mundial do Palmeiras

Foto: Agência Brasil.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, voltou a provocar o Palmeiras, desta vez durante evento na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). O jurista, corintiano declarado, citou a conquista mundial do Verdão de 1951 para exemplificar o conceito de Fake News, e como notícias falsas podem surgir.

“Se você consulta determinada notícia, por exemplo, ‘Palmeiras não tem título do Mundial’, o que é uma verdade. Aí você consulta. Vem primeiro uma notícia ‘não, não é verdade. O clube, em 1615, ganhou de um time da várzea e isso é considerado título’. Algum palmeirense fez o algoritmo. Aí está lá: ‘patrocínio da Crefisa'”, disse.

O título em questão é o primeiro campeonato do mundo entre clubes realizado na história do esporte bretão. O Verdão faturou a Copa Rio de 1951, criada para simular a Copa do Mundo do ano anterior, perdida de maneira traumática pelo Brasil. Na final, o Alviverde bateu a Juventus, da Itália, e ficou com a taça.

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Ministro do STF já havia provocado o Palestra anteriormente

Antes dessa declaração, Moraes havia alfinetado o Maior Campeão Nacional a respeito desse assunto durante uma sessão no Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, ele provocou o colega Dias Toffoli, torcedor palestrino.

“Depois daquele trágico evento do Corinthians com a Rússia, nós extirpamos os russos do Corinthians e, depois, ainda fomos campeões mais duas vezes do Brasileiro e uma do Mundial, em 2012. Título que o Palmeiras não tem, infelizmente, ministro Toffoli”, disparou Alexandre em fala que viralizou na internet.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.