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Messi aceitou desafio de Neymar para vestir a camisa 10 do PSG

Lionel Messi e Neymar fizeram uma bela parceria nos tempos de Barcelona. Junto com Luis Suárez, formaram um dos maiores trios da história do…

Messi aceitou desafio de Neymar para vestir a camisa 10 do PSG

Créditos: Instagram/Neymar

Lionel Messi e Neymar fizeram uma bela parceria nos tempos de Barcelona. Junto com Luis Suárez, formaram um dos maiores trios da história do futebol. Em nome dos velhos tempos, o brasileiro convidou o argentino a se juntar a ele no Paris Saint-Germain e reeditar parte do MSN no Parque dos Príncipes.

Então camisa 10 do PSG, Ney ofereceu o número usado pelo companheiro durante grande parte de sua carreira nos gramados. Leo começou com o 30, usou o 19 por um breve período e depois se apoderou do 10 do Barça. Mesma camisa que utiliza na Seleção Argentina há anos e agora no Inter Miami.

O ET aceitou o convite do amigo e fechou com a agremiação da capital francesa pouco depois de finalizar sua passagem pelo Camp Nou. Apesar da gentileza, o craque “hermano” não quis pegar a 10, que continuou com o brasileiro, e preferiu voltar às origens ao escolher usar o número 30 na França.

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Apesar das expectativas, a parceria dos astros nos gramados franceses ficou bem aquém da época de Barcelona. Em junho de 2023, Leo acertou a saída do clube. Pouco depois, em agosto, Ney aceitou a proposta do Al-Hilal, da Arába Saudita, e optou pelo mesmo.

Messi aceitou desafio de Neymar

Mesmo depois de recusar a 10, Leo cedeu ao pedido do amigo em uma ocasião especial quando os dois ainda estavam no PSG. O argentino aceitou usar o número em um jogo da Copa da França de 2023, já no fim da passagem pelo Parque dos Príncipes.

Como a competição obriga os times a usar a numeração tradicional, Ney deixou que o companheiro ficasse com a 10 entrou em campo com a camisa 11 na oportunidade.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.