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Melhor jogador do Corinthians se irrita e pode ir embora

Não há nada que esteja ruim no Corinthians que não possa piorar. Além de toda a crise política e financeira vivida nos últimos tempos,…

Melhor jogador do Corinthians se irrita e pode ir embora

Créditos: Gustavo Vasco / Corinthians

Não há nada que esteja ruim no Corinthians que não possa piorar. Além de toda a crise política e financeira vivida nos últimos tempos, o clube do Parque São Jorge agora corre o risco de perder uma de suas grandes estrelas na janela de transferências de julho.

Segundo informação do site Trivela, Rodrigo Garro está insatisfeito com a instabilidade da agremiação alvinegra e considera ouvir propostas para ir embora. O meia-atacante deu sinal verde para ofertas de times de médio e alto escalão da Europa e também de mercados alternativos que ofereçam um bom dinheiro.

No início do ano, quando o cenário era outro, o Zenit chegou a fazer uma investida de 25 milhões de euros (R$ 158,83 milhões), que foi prontamente recusada pela diretoria liderada pelo agora ex-presidente Augusto Melo. Anteriormente, o River Plate demonstrou interesse no jogador de 27 anos.

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Da parte do Corinthians, o argentino é tratado como quase inegociável. O clube só aceita liberá-lo em caso de uma proposta muito acima dos padrões, como algo em torno de 40 milhões de euros, o que na cotação atual é o mesmo que R$ 254,13 milhões.

Corinthians pode perder seu melhor jogador

Embora haja muita badalação em torno de Memphis Depay e Yuri Alberto, quem realmente faz a diferença na equipe corintiana é Garro. O meia canhoto, que tem uma boa finalização e uma visão de jogo especial é quem dá o tom da criatividade do meio de campo do time.

É verdade que não tem jogado muito na atual temporada por conta de lesão. Ainda assim, uma saída neste momento representaria uma baixa e tanto para Dorival Júnior.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.