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Mauro Cezar passa pano pro Palmeiras e desce a lenha no Flamengo

Em sua coluna no Uol, o jornalista Mauro Cezar Pereira avaliou as estreias de Palmeiras e Flamengo na Libertadores, ambas com derrota para times…

Mauro Cezar passa pano pro Palmeiras e desce a lenha no Flamengo

Foto: Reprodução.

Em sua coluna no Uol, o jornalista Mauro Cezar Pereira avaliou as estreias de Palmeiras e Flamengo na Libertadores, ambas com derrota para times inferiores. Para o comentarista, no entanto, somente o revés rubro-negro foi um vexame, dadas as circunstancias da partida do Verdão. 

“Os campeões da Libertadores perderam com um time forte. Mesmo não sendo a escalação do Fla-Flu de sábado, era uma equipe repleta de jogadores experientes e qualificados. Tinham, sim, que mostrar muito mais”, iniciou o jornalista.

Ao falar sobre a derrota palmeirense, Mauro destacou o fato do time escalado por Abel Ferreira ter sido composto inteiramente por reservas e que um resultado negativo não era algo inimaginável. Por essa razão, ele classifica somente a derrota flamenguista como um “papelão”.

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“O vencedor do último campeonato brasileiro nem levou ao solo boliviano seus principais nomes. Era um grupo jovem e sem tanta capacidade. Não se esperava muito mais do que o apresentado(…) Foram duas derrotas, mas apenas um papelão. E ele foi em vermelho e preto”, completou o colunista.

Mauro Cezar detonou derrota do Fla

Torcedor rubro-negro declarado, Mauro não poupou palavras e classificou o revés da equipe de Vitor Pereira para o Aucas, do Equador como “pífia”. 

“Os rubro-negros fizeram uma partida patética no segundo tempo. Caíram de virada para um limitado e enfraquecido Aucas a 2.850 metros de altura na cidade equatoriana de Quito. Pífio!”, declarou.

Vale lembrar que o Aucas fez a primeira partida de sua história na Libertadores e alcançou um resultado histórico diante da agremiação brasileira.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.