O jornalista Mauro Beting, torcedor declarado do Palmeiras, falou a respeito do título mundial do clube. Em debate acalorado durante o programa Arena SBT, o comentarista saiu em defesa da conquista da Copa Rio de 1951, até hoje celebrada pelo Verdão e tão contestada pelos rivais como um êxito mundial.
“Você pode discutir a legalidade do torneio em 1951, mas a estrela foi colocada já na década de 80, não é verdade que o Palmeiras só descobriu em 2013”, iniciou Mauro, em discussão com Maurício Borges, o Mano, comentarista e torcedor corintiano.
Beting, como em outras ocasiões, deixou claro que aceita debater se o título pode ser classificado como mundial ou não. O que o jornalista não coloca em discussão é a importância da campanha vitoriosa do Palestra em 51, que, na comparação com outros torneios continentais, teve muito mais relevância.
“Os Mundiais de 60 a 2004, o do Corinthians em 2000 e os de 2005 para cá, são todos importantes e não se discute nada, inclusive o de 2000. Só que o nível da Copa Rio nunca, em nenhum outro torneio, teve tantos jogos assim e de qualidade. Eram sete jogos para ser campeão”, acrescentou o jornalista.
Palmeiras pintou o mundo de verde e branco em 1951
Um ano depois do Maracanazo, a Taça Rio foi criada pela CBD, com aval da Fifa, para simular no ambiente de clubes o que já acontecia no de seleções. O torneio nasceu com um caráter de Copa do Mundo, reunindo equipes importantes da época.
Como foi destacado por Mauro, o Verde precisou disputar sete jogos até conseguir colocar as mãos no troféu. O título veio após uma vitória por 1 a 0 e um empate por 2 a 2 com a Juventus, da Itália, no Maracanã, na grande decisão.









