O meia-atacante Mario Götze desembarcou em território brasileiro para fazer a apresentação de sua vida. Então jogador do Bayern de Munique, o alemão saiu do banco de reservas para fazer explodir o Maracanã e colocar seu nome na história do futebol na final da Copa do Mundo de 2014.
Embora não fosse titular, Mario era uma peça que fazia parte da rotação do esquema do técnico Joachim Low. Dos sete jogos realizados pela Alemanha ao longo do Mundial disputado no Brasil, ele participou de seis e marcou dois gols – sendo o mais importante deles o do título.
Na grande decisão contra a Argentina, o meia começou no banco de reservas e só foi acionado nos instantes finais do tempo regulamentar. Na prorrogação, restando sete minutos para o apito final, veio o ápice: após passe de Schurrle, ele matou no peito com estilo e, de pé esquerdo, tocou para o fundo da rede de Romero.
Sem dúvidas, o gol mais importante da carreira do atleta. Tento que fez a alegria dos alemães presentes no Maraca e dos brasileiros, que, mesmo machucados pelo 7 a 1, não queriam ver a Argentina campeã do mundo em pleno templo sagrado do futebol canarinho.
Mario Götze não virou a promessa que foi
Uma das maiores promessas alemãs de sua geração, Götze viveu bons anos no Borussia Dortmund. Mas, tirando o gol na final da Copa, não vingou como se esperava após a transferência polêmica do Dortmund para o Bayern de Munique.
Depois do Mundial, a carreira do meia fez uma curva descendente. Deixou o Bayern e retornou ao Dortmund, sem muito sucesso. Em seguida, se transferiu para o PSV. E, desde 2022, defende as cores do Eintracht Frankfurt.









