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3 maiores salários dos atacantes do Palmeiras

Os anos vitoriosos da história recente do Palmeiras não são por acaso. Ter um dos melhores times do continente e se manter na disputa…

3 maiores salários dos atacantes do Palmeiras

Dudu tem um dos maiores salários do ataque do Palmeiras. Foto: Agência Palmeiras.

Os anos vitoriosos da história recente do Palmeiras não são por acaso. Ter um dos melhores times do continente e se manter na disputa pelos principais títulos custa caro e o clube possui uma das maiores folhas salariais do futebol brasileiro, com alguns atletas ganhando uma alta remuneração.

Das atuais opções para o ataque alviverde, três delas se destacam das demais pelo salário recebido: Dudu, Rony e Rafael Navarro.

O “Baixola” ganha R$ 2,1 milhões, o maior salário não só dentre os atacantes mas em relação a todos os jogadores do elenco. Um dos maiores ídolos da história palestrina, o camisa 7 faz jus a alta remuneração.

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Já o “Rústico”, com R$ 700 mil, é a segunda peça ofensiva que mais recebe. O atacante é um dos principais nomes do time nas últimas temporadas e marca cada vez mais o seu nome na história do clube. 

Completando o Top-3, Navarro ganha R$ 300 mil. Aquisição do começo da temporada, o centroavante ainda não conseguiu mostrar todo o potencial que tem no Allianz Parque.

Contratos dos atacantes do Palmeiras

Dos três homens de frente que mais recebem no Verdão, Dudu é quem possui o menor tempo de contrato. O ídolo alviverde tem vínculo com o clube até dezembro de 2023. Porém, um novo acordo deve ser feito e a tendência é que esse tempo seja estendido em breve.

O camisa 10, por sua vez, tem permanência garantida pelo menos até o fim de 2025 e é um dos homens de confiança de Abel Ferreira.

E, com vínculo até dezembro de 2026, Navarro é um dos jogadores do plantel palestrino que possuem maior tempo de contrato.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.