Lionel Messi viveu um dos capítulos mais dolorosos de sua carreira na derrota para a Alemanha na final da Copa de 2014. E o mais curioso é que o craque argentino, deixando a rivalidade entre os países de lado na hora dos negócios, firmou compromisso milionário justamente com uma empresa alemã.
Trata-se da Adidas, que é uma parceira de longa data do astro. O vínculo entre as partes é tão forte que nem tem mais data de validade: é vitalício. O camisa 10 da Argentina e do Inter Miami recebe da marca das três listras 18 milhões de euros por ano, o equivalente a R$ 110 milhões.
Aliás, a relação estabelecida entre o jogador e a multinacional germânica é uma das mais bem sucedidas da história dos esportes. Está no mesmo patamar da ligação que Cristiano Ronaldo, seu grande rival dentro de campo nos tempos de El Clásico, tem com a Nike, por exemplo.
Acusado de não ser midiático, Leo mostra o contrário na prática e explora muito bem sua imagem e lado comercial. Além da Adidas, possui contratos com outras marcas relevantes mundialmente, como a Apple e a Konami. Isso sem contar os US$ 65 milhões (R$ 330 milhões) que embolsa por ano no Miami.
Nike vacilou e perdeu Lionel Messi
Hoje a relação entre Leo e a empresa alemã está consolidada. Mas tudo isso poderia ser diferente se a Nike não tivesse vacilado e perdido a chance de ter em seu portfólio um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos.
O jovem Messi, ainda uma promessa do Barcelona, era acostumado a usar chuteiras da marca estadunidense. Até que um dia, seu pai, Jorge, pediu de maneira informal alguns agasalhos aos norte-americanos. Uma aproximação que poderia vir a ser uma parceira concreta. Sem sucesso.
Como não recebeu um retorno, Jorge foi atrás da concorrente. Os alemães não só responderam de imediato como, também, trataram de apressar o processo para a assinatura de um contrato. E o resto, como se sabe, é história.









