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Lincoln deixou o futebol e surpreendeu ao escolher como seguir com a vida

O ex-meia-atacante Lincoln escolheu um estilo de vida um tanto quanto diferente após pendurar as chuteiras e encerrar sua trajetória nos gramados. Diferentemente de…

Lincoln deixou o futebol e surpreendeu ao escolher como seguir com a vida

Créditos: Divulgação/Galatasaray

O ex-meia-atacante Lincoln escolheu um estilo de vida um tanto quanto diferente após pendurar as chuteiras e encerrar sua trajetória nos gramados. Diferentemente de vários ex-jogadores, ele não optou por seguir a carreira de treinador, gestor esportivo ou comentarista, mas sim se dedicar a projetos pessoais.

Hoje, aos 46 anos de idade, o camisa 10 continua morando no Brasil. Longe dos holofotes do noticiário esportivo, toca a vida de forma discreta, sem alardes. Lincoln se despediu dos campos de futebol em 2014, aos 35 anos, após uma curta passagem pelo Bahia.

Mineiro de São Brás do Suaçuí, o meio-campista começou a carreira nas categorias de base do Galo. Depois de se profissionalizar e se destacar vestindo o uniforme atleticano, se transferiu para o futebol alemão, onde ficou por um bom tempo e defendeu as cores do Kaiserslautern e do Schalke 04.

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Em seguida, foi para o Galatasaray, da Turquia, antes de retornar ao Brasil. Na volta, fechou com o Palmeiras, passou brevemente pelo Avaí e teve uma boa sequência no Coritiba. Até que em 2015, jogando no Tricolor Baiano, resolveu pendurar as chuteiras.

Lincoln teve passagem irregular pelo Palmeiras

Contratado em 2010, em uma época bem diferente da atual, o meia chegou ao Verdão com status de grande reforço. Entretanto, as lesões e as disputas internas por vaga no time titular impediram que tivesse uma consistência vestindo o manto palestrino.

Ao todo, foram 49 jogos disputados e sete bolas na rede anotadas pelo Maior Campeão do Brasil.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.