Em seu segundo mandato, a presidente Leila Pereira encerrou um ciclo de oito anos no Palmeiras. Desde 2017, ano em que a atual mandatária era apenas patrocinadora do clube através de sua empresa, a Crefisa, o Verdão não fazia tantas contratações em uma única temporada quanto agora em 2025.
No fim do ano passado, uma reformulação completa do elenco foi colocada como condição pelo técnico Abel Ferreira para dar continuidade ao trabalho. E Leila atendeu ao pedido do comandante alviverde. A direção abriu os cofres e investiu pesado, quase R$ 700 milhões, nas aquisições de 12 novos jogadores.
É disparado o recorde de dinheiro gasto no mercado em uma jornada. Na primeira janela do calendário, foram contratados os zagueiros Bruno Fuchs e Micael, os meio-campistas Lucas Evangelista e Emiliano Martínez e os atacantes Facundo Torres, Vitor Roque e Paulinho – desses nomes, só Fuchs veio sem custos.
Dando sequência às mudanças no plantel, o Palestra aproveitou a segunda janela para finalizar o planejamento. Foram adquiridos o goleiro Carlos Miguel, os laterais Khellven e Jefté, o meia Andreas Pereira e o atacante Ramón Sosa. Fazia oito anos que o Maior Campeão do Brasil não era tão ativo assim no mercado da bola.
Palmeiras contratou 14 reforços em 2017
Naquele ano, o Verde ainda vivia a onda de muitas ações nas janelas para formar um grupo forte e contava com o aporte financeiro da Crefisa. Ao todo, 14 novas peças foram anunciadas nos dois períodos de contratações da temporada.
Chegaram ao Allianz Parque os zagueiros Luan, Juninho e Antônio Carlos, o lateral Mayke, os meio-campistas Felipe Melo, Raphael Veiga, Hyoran, Alejandro Guerra, Michel Bastos e Bruno Henrique, além dos atacantes Deyverson, Keno, Miguel Borja e Willian.



