Leila Pereira abre o jogo e diz se Verdão virará SAF

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O Palmeiras já vive há alguns anos com fortes investimentos no futebol gerando diversos títulos ao clube palestrino. A fase vencedora também passa pelo início do patrocínio da Crefisa, desde 2015, quando a parceria entre o time e empresa começou, o clube já faturou dois Brasileirões (2016 e 2018), duas Copas do Brasil (2015 e 2020), dois Campeonatos Paulistas (2020 e 2022) a Recopa Sul-Americana (2022) e o bicampeonato da Copa Libertadores (2020 e 2021).

A atual presidente do Palmeiras e da Crefisa, Leila Pereira, está em seu 4 mês de mandato e já acumula dois títulos, Recopa e Paulistão. Além disso, Leila já é figura conhecida nos bastidores do Palmeiras há algum tempo, desde quando atuava como conselheira do time.

Como mandatária do Palmeiras, Leila comentou recentemente, em entrevista à Folha de S.Paulo, sobre as mudanças no futebol brasileiro, principalmente as recentes criações das Sociedades Anônimas de Futebol, as SAFs, e se elas se encaixariam no Verdão.

Eu sou contra transformar o Palmeiras em clube-empresa. É um clube muito grande, entendeu? Eu acho que você pode deixa-lo como uma associação, mas sendo administrado profissionalmente. Mas não só no discurso. Na prática, como eu estou fazendo”, comentou a presidente.

Leila ainda falou sobre as dívidas do clube

Além de falar sobre o sistema de SAFs, a presidente do Palmeiras falou em entrevista sobre como funcionam as dívidas do clube nas últimas administrações com as patrocinadoras. O Verdão adotou uma política de austeridade financeira e priorização da redução das dívidas nos últimos mandatos.

“A dívida está entre R$ 120 milhões e R$ 130 milhões. O pagamento seria feito na venda dos jogadores. Se o atleta sair no final do contrato, o Palmeiras tem dois anos para pagar. É isso”, explicou Leila. A dívida do Palmeiras com as patrocinadoras alcançou R$ 170 milhões devido aos investimentos nas compras de atletas.

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