★ Notícias do Palmeiras

Jornalista desdobra a bandeira e detona reclamação do Verdão “chororô verde”

Nesta quinta-feira (14), o Verdão perdeu para o São Paulo nos pênaltis e foi eliminado da Copa do Brasil. Os palmeirenses reclamam de mais…

Jornalista desdobra a bandeira e detona reclamação do Verdão “chororô verde”

Jornalista vê "chororô" do Palmeiras após eliminação. Foto: César Greco.

Nesta quinta-feira (14), o Verdão perdeu para o São Paulo nos pênaltis e foi eliminado da Copa do Brasil. Os palmeirenses reclamam de mais um erro de arbitragem no Choque-Rei a favor do time do Morumbi. Para o jornalista Luis Augusto Simon, o Menon, no entanto, a reclamação não passa de um “chororô verde”.

O que não pode é o chororô verde. Vão reclamar contra a arbitragem na CBF. Reclamar do quê? Do pênalti do Gómez no Calleri? No Brasil é pênalti”, disse o colunista do UOL Esporte.

O Alviverde entende que foi prejudicado pela arbitragem de Leandro Vuaden e protestará junto à CBF. Para o jornalista, a postura do clube é arrogante.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

“Por que o Palmeiras recuou com 2 x 0 a favor? Diminuiu a pressão. E por que o Palmeiras perdeu as cinco últimas decisões por pênaltis? Abel precisa treinar mais o time? Vejo um comportamento arrogante da torcida palmeirense. Parecido com o tal Soberano do São Paulo, que deu no que deu. Chororô exagerado”, concluiu.

Abel Ferreira entendeu que o Verdão foi prejudicado

Durante entrevista coletiva, depois da partida, Abel apontou os erros do VAR e de Vuaden como fatores que influenciaram no resultado. O árbitro marcou um pênalti inexistente para o São Paulo e deixou de assinalar uma penalidade em Dudu no primeiro tempo.

“Um minuto antes tem o pênalti, no lance seguinte tem o pênalti do adversário que o VAR marcou, não o Vuaden. E temos um pênalti do mesmo nível na primeira parte com o Dudu. Cada um faz o melhor que sabe e pode com os recursos que tem”, disse o comandante alviverde.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.