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Jornalista destrói dirigente do Flamengo por ataque ao Palmeiras

Durante o programa ‘F90’, da ESPN, o jornalista Felipe Facincani criticou declaração de Marcos Braz, vice-diretor de futebol do Flamengo, autor de crítica contra…

Jornalista destrói dirigente do Flamengo por ataque ao Palmeiras

Foto: Paula Reis.

Durante o programa ‘F90’, da ESPN, o jornalista Felipe Facincani criticou declaração de Marcos Braz, vice-diretor de futebol do Flamengo, autor de crítica contra o Palmeiras. O comentarista expôs a hipocrisia do dirigente carioca, que agiu da mesma forma quando se sentiu prejudicado.

“Ele fala em vergonha na cara, mas as vezes quando olha a ficha passada, ele passou pela mesma situação e teve as mesmas posturas dos outros que ele está cobrando Vergonha cara. Então, antes de ter vergonha na cara, eu teria vergonha de mim mesmo em ir a público cobrar isso”, disparou o jornalista.

Facincani lembrou de reclamação feita pelo flamenguista em 2019, quando ele reivindicou a não marcação de um pênalti em partida contra o Athletico.

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Porque em 13 de outubro de 2019, o diretor de futebol do Flamengo, Marcos Braz, usou a não marcação de pênalti para o seu time durante a vitória diante do Athletico Paranaense por 2 a 0, para reclamar da arbitragem”, finalizou.

Fala de dirigente do Flamengo

Após a notícia de que o Palmeiras enviaria um ofício para a CBF por conta do erro de protocolo em lance envolvendo possível pênalti de Vidal em Gustavo Gómez, Marcos Braz veio a público condenar atitude do Verdão.

“Já está começando a ficar chato essas situações em relação ao extracampo, que querem interferir, que têm decisão do juiz, que o VAR viu e deixou seguir. Acho que o futebol brasileiro tem que ter um pouco mais de vergonha na cara, para que a gente tenha uma postura diferente para esses processos e protocolos”, declarou Braz.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.