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John Textor perde a paciência e encaminha a venda de time por R$ 1,4 bilhão

John Textor está cada vez mais perto de acertar a venda de um dos times da Eagle Football, sua empresa, por uma bela grana.…

John Textor perde a paciência e encaminha a venda de time por R$ 1,4 bilhão

Créditos: Vítor Silva/Botafogo

John Textor está cada vez mais perto de acertar a venda de um dos times da Eagle Football, sua empresa, por uma bela grana. Segundo informação do jornal The Guardian, o dono do Botafogo encaminhou a venda de suas ações do Crystal Palace, da Inglaterra.

As conversas com Woody Johnson, proprietário do New York Jets, da NFL, avançaram recentemente e as partes deram passos importantes no sentido de concretizar a transação. O martelo deve ser batido em 190 milhões de libras (cerca de R$ 1,4 bilhão), quantia equivalente a 44,9% das ações.

A princípio, Textor queria 240 milhões de libras. Entretanto, acabou aceitando cifras inferiores para acelerar as tratativas e não prejudicar a agremiação londrina. Caso a parte do estadunidense não seja vendida a tempo, as Águias não poderão disputar a próxima edição da Europa League.

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Isso porque o Lyon, da França, outro clube da Eagle Football, também está na competição continental. O regulamento da Uefa proíbe que dois times do mesmo dono joguem a mesma edição do torneio, o que torna necessária a venda do Palace o quanto antes.

John Textor pode investir na Premier League novamente

A venda do Palace representa a saída momentânea de Textor da Premier League, mas não definitiva. O empresário pode voltar a investir no campeonato novamente no futuro, tido por muitos atualmente como a principal liga nacional do planeta.

No ano passado, John tinha o interesse de vender o Crystal Palace e comparar o Everton em seguida. Mas como a venda acabou não acontecendo na época, a equipe de Liverpool foi negociada com um outro grupo.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.