★ Geral

John Textor chutou o pau-da-barraca e fez a contratação mais cara da história do Botafogo

Desde que assumiu o controle do futebol do Botafogo, John Textor não tem poupado esforços para qualificar o time. Em mais uma forte investida…

John Textor chutou o pau-da-barraca e fez a contratação mais cara da história do Botafogo

Créditos: Vítor Silva/Botafogo

Desde que assumiu o controle do futebol do Botafogo, John Textor não tem poupado esforços para qualificar o time. Em mais uma forte investida no mercado da bola recentemente, o empresário estadunidense concretizou a maior contratação da história da agremiação carioca.

Para tirar Danilo do Nottingham Forest, da Inglaterra, o Alvinegro da Estrela Solitária topou desembolsar 22 milhões de euros, quantia que na conversão em real corresponde a R$ 142,7 milhões. Considerando a quantia paga em moeda brasileira, trata-se do maior investimento da história da instituição.

A movimentação que antes liderava o ranking era a de Tiago Almada, que custou 25 milhões de dólares aos cofres botafoguenses. Mas como na conversão da época, o montante equivalia a R$ 137,4 milhões, a contratação foi ultrapassada pela do meio campista em R$ 5,3 milhões.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Cria das categorias de base do Palmeiras, o atleta de 25 anos de idade chega ao Nilton Santos com status de grande reforço. Depois de um bom início no Forest, perdeu espaço por conta de lesão e saiu dos planos do clube. Por lá, disputou 62 jogos, sendo 47 como titular, marcou seis gols e deu quatro assistências.

Veja as contratações mais caras da história do Botafogo de Textor:

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.