★ Geral

Jogadores do Corinthians brigam e precisam ser separados

O clima não ficou bom entre jogadores do Corinthians no primeiro jogo da final da Copa do Brasil, contra o Vasco. Matheuzinho e Yuri…

Jogadores do Corinthians brigam e precisam ser separados

Créditos: Fernando Bueno / Corinthians

O clima não ficou bom entre jogadores do Corinthians no primeiro jogo da final da Copa do Brasil, contra o Vasco. Matheuzinho e Yuri Alberto começaram a se desentender ainda com a bola rolando e precisaram ser separados por Hugo Souza.

A discussão do lateral com o atacante começou durante o segundo tempo, antes de uma cobrança de escanteio. Vendo o atrito entre os companheiros, o goleiro teve que intervir para evitar que o conflito escalasse e acabasse prejudicando a equipe.

Após o apito final, Matheuzinho tentou chamar Yuri para conversar no caminho do vestiário, porém o camisa 9 não quis. Questionado sobre o ocorrido na zona mista, Hugo explicou a situação e afirmou que se tratou de coisa de jogo.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

”Bom, na verdade, ali é o jogo. Todo mundo quer ganhar e quando as coisas não estão acontecendo da forma que a gente imagina, acaba que a cabeça fica um pouco quente. Na verdade eu fui apartar uma discussão entre a gente, mas era uma discussão para a nossa melhora, para gente tentar entender o que estava acontecendo no jogo”, disse.

Corinthians desperdiçou mando na final

O time alvinegro jogou fora a chance de abrir vantagem sobre o Vasco na primeira partida da grande decisão da Copa do Brasil. Os mandantes não conseguiram tirar o zero do placar e, assim, a final ficou em aberto para o Rio de Janeiro.

As equipes voltam a se enfrentar neste domingo (21), às 18h (de Brasília), no Maracanã, valendo a taça do torneio nacional. Quem ganhar é campeão.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.