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Jogador que chegou ao Verdão via chapéu no Corinthians se acerta com o Bahia

Após uma curta passagem pelo Verdão, o atacante Guilherme Brito, de 18 anos, deixou o clube. O jovem jogador acertou a sua ida para…

Jogador que chegou ao Verdão via chapéu no Corinthians se acerta com o Bahia

Guilherme Brito deixou o Palmeiras. Foto: Reprodução.

Após uma curta passagem pelo Verdão, o atacante Guilherme Brito, de 18 anos, deixou o clube. O jovem jogador acertou a sua ida para o Bahia para atuar pela equipe sub-20 do Tricolor de Aço.

Mesmo jogando apenas três partidas, Guilherme foi um dos destaques do Camaçariense, da Bahia, na Copa São Paulo de Futebol Júnior deste ano – vencida pelo Palestra, inclusive.

Por conta do bom desempenho, o atacante despertou o interesse de diversos grandes clubes do futebol brasileiro, mas acabou optando por fechar acordo com o Palmeiras.

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Com o manto palestrino, estreou como titular na vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo-SP, em partida válida pelo Campeonato Paulista Sub-20. Ainda pelo estadual, entrou nos minutos finais do triunfo por 1 a 0 diante do Joseense.

Depois, fez parte do elenco que conquistou o ICGT Tournament, disputado em Uitgeest, na Holanda. Na final, o Verdão bateu o NAC Breda por 3 a 0.

Chapéu do Verdão no Corinthians

Antes de fechar com o Palmeiras no começo deste ano, Guilherme foi pivô de um chapéu aplicado pelo Palestra no maior rival.

O atacante estava acertado com o time de Itaquera, inclusive treinando no CT Joaquim Grava, quando o Alviverde demonstrou interesse em contratá-lo.

Outros cinco clubes também estavam interessados na contratação do garoto, segundo informou Will Dantas, empresário do jogador.

É praticamente impossível dizer a palavra “chapéu” envolvendo Palmeiras e Corinthians sem lembrar de Dudu, que assim como Guilherme estava praticamente certo com o rival, mas na última hora rumou para o Allianz Parque.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.