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Jogador do Palmeiras suspeito de homicídio confessa situação grave

Envolvido no acidente que resultou na morte do motociclista Eliezer Pena, em 22 de julho, o zagueiro Renan, ex-Palmeiras, pode se complicar no caso.…

Jogador do Palmeiras suspeito de homicídio confessa situação grave

Renan, ex-Palmeiras, admitiu ter bebido antes de acidente. Foto: Divulgação.

Envolvido no acidente que resultou na morte do motociclista Eliezer Pena, em 22 de julho, o zagueiro Renan, ex-Palmeiras, pode se complicar no caso. Isso porque duas testemunhas relataram que o jogador admitiu estar bêbado após o ocorrido, segundo publicação do ‘Uol Esporte’.

As testemunhas afirmaram terem visto o atleta no local do acidente chorando e admitindo que estava embriagado. Ele também teria vomitado e sido orientado por um indivíduo a beber água e urinar – com o intuito de alterar o estado no qual se encontrava. A pessoa que teria lhe entregado dois litros de água não foi identificada.

Depois disso, conforme as falas dos depoentes, os policiais rodoviários chegaram ao local e propuseram o teste do bafômetro para Renan, que prontamente negou.

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O zagueiro teria sido orientado por um advogado a não fazer o teste. Quatro horas depois do ocorrido, em exame clínico realizado, ficou atestado que ele não estava alcoolizado.

Outras possíveis condutas do ex-Palmeiras

De acordo com uma das testemunhas, pouco antes da fatalidade, Renan o ultrapassou com o veículo que conduzia em uma curva perigosa da rodovia, em pista de faixa contínua, onde a manobra é irregular.

O jogador também teria trafegado no acostamento pouco antes do acidente e dormido no volante do carro.

Depois, o zagueiro teria avançado 100 metros na contramão até atingir de frente Eliezer, de 38 anos, que pilotava a sua motocicleta.

Após o incidente, um homem teria chegado ao local e retirado objetos do carro do atleta.

O zagueiro, suspeito de homicídio, responde em liberdade, depois de ter pagado fiança. A vítima deixou esposa e duas filhas.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.