Na próxima sexta-feira (4), o Palmeiras encara o Chelsea no Lincoln Financial Field, às 22h (Horário de Brasília), em jogo válido pelas quartas de final do Mundial de Clubes. Apesar do certo favoritismo por ser europeu, os Blues podem sair de cena devido ao histórico recente do Verdão.
A título de conhecimento, o Chelsea será apenas um dos 79 times do Velho Continente que cruzou o percurso do Palmeiras. Nesse ínterim, o elenco alviverde saiu de campo com aproveitamento de 56,83%. Ao todo foram 60 vitórias, 28 empates e 24 derrotas ao longo de 122 duelos.
Mostrando não temer os times europeus, o Palmeiras assumiu o protagonismo no sistema ofensivo e defensivo. Em suma, enquanto estufou as redes adversárias 222 vezes (1,8 gol por jogo), o Verdão sofreu 136 tentos (1,1 falha por encontro).
O problema do confronto diante do Chelsea é que Abel Ferreira não contará com dois titulares à disposição. De modo geral, na vitória contra o Botafogo por 1 a 0, o Joaquín Piquerez recebeu o segundo cartão amarelo, enquanto Gustavo Gómez foi expulso. Por determinação das regras da Fifa, a dupla estará suspensa.
Palmeiras próximo ao adeus
Embora siga vivo com o sonho de faturar o título mundial, o Palestra liga o sinal de alerta sobre a última dança de Estêvão. O ponta direita foi vendido ao Chelsea, devendo se apresentar ao rival apenas ao final da Copa do Mundo de Clubes.
Diante das possibilidades no mercado, o garoto decidiu rumar em direção à Premier League após avaliação de seus familiares. Em suma, o craque do Palmeiras entendeu que a oferta do Chelsea foi a mais vantajosa em termos de projeção para a sua carreira.
“Eu, minha família e meu estafe analisamos tudo, tudo que o Chelsea ofereceu, planejamento, projeto, a força de vontade para conquistar meu coração e da minha família foi essencial. Decisão correta da nossa parte, tudo que envolveu. É o futuro, muita responsabilidade, porque às vezes não sabe o que vai viver, mas tenta imaginar as coisas boas que vão acontecer. Bateu forte”, explicou o atacante.
Caso ajude a derrotar seu futuro clube, a história de Estêvão com os torcedores dos Blues pode ganhar contornos dramáticos. No entanto, a façanha dará sequência ao status de queridinho dos palmeirenses, assim como ocorreu com Endrick.



