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Ídolo do Palmeiras traiu o Verdão e assinou com o São Paulo

Ídolo do Palmeiras decidiu manchar a história que construiu no clube ao assinar contrato com o São Paulo. O ídolo em questão é o…

Ídolo do Palmeiras traiu o Verdão e assinou com o São Paulo

Créditos: Instagram/São Paulo

Ídolo do Palmeiras decidiu manchar a história que construiu no clube ao assinar contrato com o São Paulo. O ídolo em questão é o meia-atacante Rivaldo, que marcou época vestindo o manto palestrino em meados dos anos 1990 e, décadas depois, passou para o outro lado do Choque-Rei.

Cria da base do Santa Cruz, o meio-campista teve breves passagens por Mogi Mirim e Corinthians antes de chegar no antigo Parque Antarctica. De 1994 a 1996, o camisa 10 marcou 61 gols e conquistou dois títulos: o Campeonato Brasileiro de 1994 e o Campeonato Paulista de 1996.

Na final do Brasileiro de 94, marcou três dos quatro gols feitos pela equipe alviverde sobre o Corinthians. Lances que o eternizaram na memória da torcida que canta e vibra. Entretanto, a idolatria foi abalada quando o jogador resolveu retornar ao futebol brasileiro, mas não para defender o Palestra, e sim o rival.

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Em 2011, aos 38 anos de idade, o meia surpreendeu a todos assinando vínculo com a agremiação do Morumbi. A passagem, no entanto, foi curta e pouco empolgante: só sete gols marcados e 46 partidas disputadas.

Palmeiras foi importante na carreira de Rivaldo

O Verde é o segundo clube que o pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira defendeu ao longo da carreira. O primeiro é o Barcelona. Foram 235 jogos e 130 gols anotados pela equipe catalã.

Foi graças ao bom desempenho vestindo o manto palestrino que Rivaldo se transferiu para o futebol espanhol, primeiro para o Coruña e depois para o Barça, e viveu o seu auge no país europeu. Jogando pelo time blaugrana, em 1998, foi eleito o melhor do mundo.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.