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Ídolo do Palmeiras ganhou um grande presente em seu aniversário

Na última quarta-feira (19), Jorge Valdivia, ídolo do Palmeiras, completou 39 anos e recebeu homenagem do clube nas redes sociais. Contudo, o melhor presente…

Ídolo do Palmeiras ganhou um grande presente em seu aniversário

Foto: Divulgação.

Na última quarta-feira (19), Jorge Valdivia, ídolo do Palmeiras, completou 39 anos e recebeu homenagem do clube nas redes sociais. Contudo, o melhor presente do chileno não foi o do Verdão, mas, sim, o do rival: o vice-campeonato do Corinthians na Copa do Brasil.

Depois do empate sem gols na capital paulista, o time de Itaquera conseguiu arrancar um 1 a 1 no Maracanã e levou a decisão nos pênaltis. As penalidades, porém, só prolongaram o sofrimento corintiano, pois o Flamengo levou a melhor e ficou com a taça.

Com o manto palestrino, o Mago ficou marcado pelos duelos contra o arqui-rival. O gol do meia, a celebração simulando um chororô e os chutes no vácuo no Dérbi vencido pelo Alviverde por 1 a 0, em 2008, é um bom exemplo disso.

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A trajetória de Valdívia no Palmeiras

A relação do Mago com os palmeirenses é dividida entre o amor e o ódio nas duas passagens que teve pelo clube, primeiro de 2006 a 2008 e depois de 2010 a 2015.

Enquanto esteve em campo, o camisa 10 foi protagonista nas conquistas das Copas do Brasil (2012 e 2015) e do Paulistão (2008). Além de ter ficado para jogar a Série B de 2013 e ter sido um dos responsáveis pela permanência da equipe na primeira divisão, em 2014.

Entretanto, o chileno nem sempre esteve disponível. Apontado por muitos palestrinos como “chinelinho” durante boa parte de seu segundo período no Verdão, o meia deixou o time muitas vezes na mão por falta de comprometimento. 

Segundo estrangeiro com mais vitórias na história do Palmeiras (122), Jorge Valdivia disputou 241 jogos e marcou 41 gols.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.