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Gustavo Scarpa fala pela primeira vez após ter ficado de fora da Seleção Brasileira

Melhor jogador do Brasileirão do ano passado, o meia-atacante Gustavo Scarpa ficou fora da convocação da Seleção Brasileira para a data FIFA do fim…

Gustavo Scarpa fala pela primeira vez após ter ficado de fora da Seleção Brasileira

Foto: Divulgação.

Melhor jogador do Brasileirão do ano passado, o meia-atacante Gustavo Scarpa ficou fora da convocação da Seleção Brasileira para a data FIFA do fim de março. Em entrevista ao Uol, o ex-palmeirense se mostrou tranquilo em relação ao assunto e parabenizou os antigos companheiros de Verdão, Raphael Veiga e Rony por terem sido selecionados pela primeira vez.

“Eles mereceram muito, porque trabalham demais. Mandei mensagem pro Veiga e disse para ele que, se tiver um pênalti, ele tem que bater. No meu caso, quem sabe numa próxima. A gente sempre espera, torce. É aquele discurso de sempre: continuar fazendo minha parte, preparando, que as coisas acontecem”, declarou.

O meia foi um dos grandes responsáveis pela 11ª conquista do Alviverde na liga nacional, com seus passes e gols decisivos. Não à toa, ele foi eleito o craque da competição.

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O excelente desempenho nos gramados brasileiros, porém, rendeu apenas uma espécie de menção honrosa por parte de Tite, nas vésperas da convocação para a Copa do Mundo do ano passado, e agora nem sequer uma lembrança do interino Ramon Menezes para o amistoso contra Marrocos, no dia 25 de março, em Tânger.

Gustavo Scarpa está buscando espaço na Europa

Com pouco mais de três meses atuando no Nottingham, o meia está em processo de adaptação tanto à cultura da sociedade inglesa quanto ao futebol de lá – as duas coisas influenciam uma na outra.

Scarpa tem alternado entre jogos como titular e reserva. Ele encara a nova realidade da carreira como um desafio e não tem planos de retornar ao Brasil em um futuro próximo.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.