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Gustavo Scarpa explica porquê Abel Ferreira é superior a técnicos brasileiros

Nesta segunda-feira (15), Gustavo Scarpa foi o convidado do programa ‘Bem Amigos’, do SporTV, e rasgou elogios ao trabalho de Abel Ferreira no Palmeiras.…

Gustavo Scarpa explica porquê Abel Ferreira é superior a técnicos brasileiros

Gustavo Scarpa falou sobre o trabalho de Abel no Palmeiras. Foto: Cesar Greco.

Nesta segunda-feira (15), Gustavo Scarpa foi o convidado do programa ‘Bem Amigos’, do SporTV, e rasgou elogios ao trabalho de Abel Ferreira no Palmeiras. Perguntado sobre a diferença do português para os técnicos brasileiros, o meia destacou a valorização da tática por parte do comandante do Verdão.

“(Entre os técnicos com quem trabalhei) o Abel foi o treinador que mais valorizou a questão tática. Os outros treinadores brasileiros têm uma coisa mais voltada para a questão técnica. Tipo: ‘fica com a bola’. Mas fica com a bola como? Com o Abel, isso é muito mais explicado e mostrado”, afirmou.

Na sequência, Scarpa ressaltou a união da comissão técnica como um todo, a parte da comunicação com os jogadores e o cuidado com cada fase do jogo (parte ofensiva, defensiva, bola parada).

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“A comissão técnica do Abel é muito unida. Eles são em cinco e falam a mesma coisa, então fica muito fácil de a gente aprender. Cada um cuida de uma parte específica: tem um que cuida da bola parada ofensiva, outro da defensiva… é a valorização da questão tática”, completou.

Gustavo Scarpa revelou atitude de Abel após os jogos

Ainda falando sobre o treinador alviverde, o meia falou sobre o retorno que o lusitano dá aos atletas do que foi feito dentro de campo.

“No pós-jogo, ele (Abel) chega e fala ‘Scarpa, pedi isso, você fez isso’. Ele mostra. De um modo geral, ele sempre explica isso pra todo mundo”, declarou o camisa 14.

Em 2022, Scarpa se tornou um dos principais jogadores do Palmeiras – se não o principal. Com 22 participações diretas em gols (9 gols e 13 assistências) em 42 jogos, o meia é um dos mais criativos do time e uma arma letal.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.