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Guilherme Arana pode jogar no Palmeiras

Guilherme Arana tem futuro indefinido no Atlético-MG. O lateral-esquerdo tem contrato com o clube até dezembro de 2024, as tratativas por uma renovação acontecem…

Guilherme Arana pode jogar no Palmeiras

Guilherme Arana tem futuro indefinido no Atlético-MG. O lateral-esquerdo tem contrato com o clube até dezembro de 2024, as tratativas por uma renovação acontecem há algum tempo, mas até agora não evoluíram, segundo informação do jornalista Jorge Nicola.

O Palmeiras, naturalmente, poderia ser um destino para o jogador, que é apontado como um dos melhores de sua posição atuando no país. Contudo, neste momento que demonstra interesse em contratá-lo é o Corinthians, que deseja um substituto para Fábio Santos para a temporada que vem.

Arana é cria das categorias de base alvinegras, fato que torna sua relação com o Dérbi um tanto quanto curiosa. Enquanto atleta do time do Parque São Jorge, fez gols, foi decisivo e até mesmo chegou a provocar o Verdão em clássico disputado.

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O detalhe é que a família do ala é composta de palmeirense, amigos próximos são palestrinos e alguns até mesmo tem ligação com a principal organizada do clube, a Mancha Verde. Há quem diga que ele também é um dos milhões de torcedores do Maior Campeão do Brasil.

Guilherme Arana quase fechou com o Palmeiras

De acordo com o próprio lateral, chegou a ter conversas entre ele e o Verde na época em que estava negociando para retornar ao Brasil. Contudo, não houve acerto entre o clube e o Sevilla, o que possibilitou sua ida para o Galo, em 2020.

“Eu não cheguei a conversar com o Luxemburgo. Ele não me ligou. Teve uma conversa (com o clube), mas não chegaram aos números para o Sevilla ceder. Teve conversa, mas não deu certo”, afirmou o jogador, em entrevista ao canal Fox Sports.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.