★ Notícias do Palmeiras

Gênio por trás das câmeras revela porquê Verdão tem poucas lesões

Com poucas lesões no ano e com os principais jogadores à disposição no momento mais decisivo do ano, o Verdão é uma referência no…

Gênio por trás das câmeras revela porquê Verdão tem poucas lesões

Daniel Gonçalves é o coordenador-científico do Palmeiras. Foto: Divulgação.

Com poucas lesões no ano e com os principais jogadores à disposição no momento mais decisivo do ano, o Verdão é uma referência no país quando o assunto é preparação física. Daniel Gonçalves, coordenador-científico do clube, explicou o êxito do alviverde.

“Há um debate constante e um incentivo ao contraditório entre a comissão técnica e o Núcleo de Saúde e Performance. Esses processos todos visam, entre outros assuntos, fazer um planejamento para os momentos-alvo da temporada, para termos o maior número de atletas à disposição na plena condição física para suportarem bem os jogos decisivos”, disse Daniel.

Esse trabalho em conjunto entre a comissão técnica e o Núcleo de Saúde e Performance inclui também os jogadores. O sucesso na prevenção das lesões passa pela conscientização deles no dia a dia.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

“Estamos bem satisfeitos com o desempenho da equipe e isso é muito fruto do esforço dos atletas, da conscientização deles, do pré-treino do dia a dia, da parte nutricional, entre outras coisas”, completou o coordenador-científico.

Avaliação individual faz a diferença no Verdão

Além do trabalho coletivo que é realizado, com todo o grupo de atletas, uma avaliação individualizada é feita visando preservar os jogadores com maior desgaste, o que diminui os riscos de lesão.

“A avaliação individualizada é diária e ela permite tanto a elaboração do treino em conversas com a comissão técnica quanto às estratégias coletivas para os jogos. Os atletas que apresentam uma maior possibilidade de não performar ou de se lesionar podem ter uma utilização parcial ou até mesmo ficarem fora das partidas. 

Foi o caso do Scarpa, que teve uma fadiga residual muito grande contra o Atlético-MG e optamos por deixá-lo fora contra o Corinthians para que ele se restabelecesse e estivesse apto para a sequência da temporada”, explicou Daniel.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.