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Galvão Bueno agiu nos bastidores para dar o hexa pra Seleção Brasileira

Se a Seleção Brasileira conquistar o hexa em 2026, o narrador Galvão Bueno terá participação significativa no título. Isso porque o comunicador agiu nos…

Galvão Bueno agiu nos bastidores para dar o hexa pra Seleção Brasileira

Créditos: Divulgação

Se a Seleção Brasileira conquistar o hexa em 2026, o narrador Galvão Bueno terá participação significativa no título. Isso porque o comunicador agiu nos bastidores e deu aquele “empurrãozinho” para a CBF ir atrás do atual comandante canarinho, Carlo Ancelotti.

Em entrevista concedida à Folha de S.Paulo, Galvão contou que recebeu um convite de Ednaldo Rodrigues, então presidente da entidade, nas vésperas da partida contra a Coreia do Sul, pela Copa do Mundo de 2022. O mandatário queria ouvir opiniões sobre o futuro da equipe após a competição.

Já se sabia que Tite não continuaria no cargo e era preciso ir atrás de um outro profissional para preencher a lacuna. Galvão aconselhou uma movimentação rápida para anunciar logo o substituto. Como Ednaldo demonstrou preferência por um treinador estrangeiro, o narrador, então, sugeriu o nome de Carletto.

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“Eu já desconfiava disso e ele me disse: ‘quero um técnico estrangeiro’. Então eu falei: para mim, só existe um: Ancelotti. Ele trabalhou com mais de 30 brasileiros. Naquele time que ia enfrentar a Coreia, quatro titulares eram do Real Madrid”, afirmou o comunicador.

Ancelotti reacendeu sonho pelo hexa da Seleção Brasileira

Anunciado como novo técnico do Brasil neste ano, Carletto já comandou a equipe verde e amarela em três oportunidades. São duas vitórias e um empate até aqui.

No triunfo sobre o Chile, pelas Eliminatórias, o time apresentou um futebol que não se via há tempos e empolgou o torcedor canarinho, que voltou a ter esperanças na possibilidade do hexacampeonato em 2026.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.