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Fracassou no Palmeiras e tem jogado muito na Argentina

Vendido pelo Palmeiras no meio do ano, o centroavante Miguel Borja vive grande fase com a camisa do River Plate. Em seu começo no…

Fracassou no Palmeiras e tem jogado muito na Argentina

Foto: Cesar Greco.

Vendido pelo Palmeiras no meio do ano, o centroavante Miguel Borja vive grande fase com a camisa do River Plate. Em seu começo no futebol argentino, o colombiano soma seis gols e tem empolgado os torcedores millonarios.

Borja entrou em campo em 17 partidas pelo River, somando um total de 841 minutos. O ex-palmeirense balançou as redes adversárias em seis oportunidades e deu uma assistência.

Na temporada como um todo, acrescentando os números do jogador pelo Junior Barranquilla, equipe a qual defendeu anteriormente, são 22 gols.

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Pela seleção da Colômbia, o centroavante marcou três tentos em sete partidas pelas eliminatórias da Copa do Mundo e também disputou um amistoso.

Por conta do desempenho inicial do atacante, os 7 milhões de dólares (cerca de R$ 36 milhões na cotação da época) desembolsados pelo clube argentino são tratados pelos torcedores como um valor baixo pago pelo River.

O Verdão, que ainda detinha 50% dos direitos econômicos do atleta, recebeu metade do dinheiro da venda, o equivalente a pouco mais de R$ 18 milhões.

Palmeiras não sente falta de Borja

Para contratar Miguel Borja, em 2017, o Alviverde pagou, ao todo, 48 milhões de reais. No fim das contas, consegui vendê-lo por R$ 39,3 milhões, ficando no prejuízo no maior investimento já feito pelo clube em um jogador.

Dentro de campo, apesar do camisa 9 ter feito 36 gols em 112 partidas disputadas e ter sido artilheiro da Libertadores de 2018, com 9 tentos, a imagem que ficou foi outra.

Para grande parte do torcedor palmeirense, o colombiano é sinônimo de fracasso, pela relação custo-benefício e, principalmente, pelos gols inacreditáveis que perdeu no Allianz Parque.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.