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Fracassou após custar uma montanha de dinheiro ao Palmeiras e finalmente está indo embora

O Palmeiras está próximo de negociar o atacante Carlos Eduardo. O jogador de 26 anos tem contrato até dezembro deste ano e está na…

Fracassou após custar uma montanha de dinheiro ao Palmeiras e finalmente está indo embora

Foto: Bruno Cassucci.

O Palmeiras está próximo de negociar o atacante Carlos Eduardo. O jogador de 26 anos tem contrato até dezembro deste ano e está na mira do Estoril, de Portugal, conforme noticiou primeiramente o jornalista Venê Casagrande.

Carlos estava emprestado ao Red Bull Bragantino no ano passado. Em seu retorno, ele foi liberado para se reapresentar depois do grupo de atletas justamente por conta da intenção do clube encontrar um novo destino para ele.

Antes de atuar pelo Massa Bruta, o jogador havia sido cedido para o Athletico-PR, uma vez que não tinha conseguido se firmar na equipe desde que chegou ao Allianz Parque.

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Em 2019, o Alviverde desembolsou US$ 6,5 milhões (R$ 25,2 milhões na cotação da época) para contratá-lo junto ao Pyramids, do Egito. Atacante de lado, rápido e habilidoso, ele foi um pedido de Luiz Felipe Scolari, então treinador do time.

Carlos Eduardo, no entanto, não conseguiu corresponder ao investimento feito e se tornou um dos maiores fracassos do Verdão no mercado da bola. Foram apenas 19 jogos disputados com o manto palestrino e um gol marcado.

Palmeiras quer um ponta de velocidade

Se, por um lado, um atacante rápido de lado de campo está de saída, por outro um novo nome pode estar chegando na Academia de Futebol.

Um ponta para atuar na esquerda é uma das pedidas do técnico Abel Ferreira para completar o plantel alviverde para a disputa da temporada.

Além de um atacante, a diretoria alviverde estuda a aquisição de um volante para o lugar de Danilo, vendido para o Nottingham Forest, da Inglaterra.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.