Time eliminado pelo Palmeiras na Copa do Mundo de Clubes, nos Estados Unidos, voltou para casa sob protestos de seus torcedores. A equipe em questão é o Porto, que se despediu da competição com um desempenho abaixo do esperado e de forma melancólica.
A delegação portista desembarcou em terras lusitanas na noite da última terça-feira (24). Ao chegarem no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, comissão técnica e jogadores se depararam com torcedores que marcaram presença no local para protestar contra a campanha pífia feita pela equipe em solo estadunidense.
Por volta de cinquenta torcedores estiveram no aeroporto para vaiar e xingar os atletas da agremiação azul e branca. O treinador Martín Anselmi e o presidente André Villas-Boas foram os principais alvos das críticas que pediam, principalmente, às saídas de ambos.
Na saída do ônibus dos Dragões, alguns torcedores mais indignados ficaram na frente do veículo, obrigando-o a parar. A polícia precisou intervir e chegou a disparar balas de borracha para dispersar os manifestantes e liberar o caminho.
Queda no Mundial escancara crise no rival do Palmeiras
A temporada do Porto já não tinha sido boa, tanto a nível nacional quanto continental. Ainda assim, por seu tamanho e tradição, o clube português embarcou para os EUA dividindo o favoritismo do Grupo A do Super Mundial com o Palestra.
Mas o que se viu foi bem pior do que o imaginado. A equipe do Dragão sequer conseguiu competir com o Verde, o Inter Miami e o Al-Ahly e terminou a fase de grupos com a terceira colocação da chave. Uma campanha de dois pontos – dois empates e uma derrota, além de cinco gols marcados e três sofridos.



