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Foi contratado por uma fortuna e virou reserva de um lateral no Palmeiras

Na última quinta-feira (20), o meia Bruno Tabata voltou a treinar após ficar de fora do Choque-Rei, pelo Brasileirão. O jogador estava sob os…

Foi contratado por uma fortuna e virou reserva de um lateral no Palmeiras

Foto: Divulgação.

Na última quinta-feira (20), o meia Bruno Tabata voltou a treinar após ficar de fora do Choque-Rei, pelo Brasileirão. O jogador estava sob os cuidados do departamento médico do clube por conta de uma mialgia na coxa esquerda.

De volta às atividades, o camisa 27 participou das movimentações, jogadas ofensivas, bola parada e finalizações e na sequência realizou recondicionamento físico, enquanto os companheiros fizeram uma atividade em campo reduzido na Academia de Futebol.

O jogador, porém, segue como dúvida para a partida deste sábado (22), às 21h, no Allianz Parque, contra o Avaí, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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Contratado para repor a saída de Gustavo Scarpa, que rumara para a Inglaterra em dezembro, Tabata vem sendo preparado para a próxima temporada. Ele fez boas apresentações, foi titular em algumas oportunidades, mas perdeu espaço no time.

Mayke, lateral de origem, é quem vem ocupando o lugar de Raphael Veiga, que, pelo menos em tese, deveria ser do camisa 27. Improvisado como ponta no duelo contra o Atlético Mineiro, marcado pelos desfalques do Palestra, o ala não deixou mais o 11 inicial.

Bruno Tabata não custou pouco ao Palmeiras

Para tirar o meia do Sporting, de Portugal, o Verdão topou desembolsar 5 milhões de euros (R$ 26,1 milhões na cotação da época).

Bruno assinou contrato com o Maior Campeão do Brasil até junho de 2026. Ele foi um dos oito reforços do clube para a temporada.

Desde que chegou, o atleta disputou 10 partidas e deu uma assistência.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.