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Flamengo pediu Gustavo Gómez por Gabigol

O Flamengo fez jogo duro com o Palmeiras nas tratativas a respeito de uma possível troca envolvendo Gabriel Barbosa. Além de Dudu, outros nomes…

O Flamengo fez jogo duro com o Palmeiras nas tratativas a respeito de uma possível troca envolvendo Gabriel Barbosa. Além de Dudu, outros nomes foram sugeridos para que o atacante rubro-negro fosse liberado, como o de Rony e de um zagueiro do elenco palestrino, conforme informado pela jornalista Raisa Simplicio.

O nome do zagueiro não foi revelado. Mas, certamente, trata-se de um dos titulares da equipe comandada pelo técnico Abel Ferreira. Gustavo Gómez, por exemplo, capitão e um dos maiores ídolos do plantel atual, seria uma estrela a altura de uma troca pelo ídolo flamenguista.

As conversas entre as diretorias, no entanto, esfriaram. Depois da recusa de Dudu de se transferir para a agremiação carioca e outras peças não serem incluídas, o negócio não deve acontecer. Como o Fla deseja receber uma compensação para liberar Gabriel, uma transferência para algum time brasileiro nesta janela está praticamente descartada.

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Apesar disso, o Verdão segue trabalhando na tentativa de fechar um pré-contrato com o profissional de 27 anos de idade. Com vínculo somente até dezembro e saída dada como quase certa, o atacante pode assinar com qualquer equipe desde o começo de julho e a diretoria alviverde visa aproveitar a oportunidade.

Flamengo confirmou retorno de Gabigol

Depois de ficar afastado dos compromissos do time nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro, Gabriel voltou a ser relacionado. O camisa 99 ficou como opção do técnico Tite no banco de reservas do jogo contra o Fortaleza, que aconteceu na última quinta-feira (11), no Maracanã.

Antes um titular absoluto do Fla, o atacante passou a ser reserva no fim da passagem de Jorge Sampaoli. Sob o comando de Adenor, o cenário segue o mesmo. Na atual temporada, ele disputou 16 partidas, muitas saindo do banco, e marcou apenas três gols.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.