A Fifa causou polêmica entre os torcedores brasileiros nos últimos dias. Ao destacar o Chelsea como primeiro campeão mundial depois do time inglês conquistar a Copa do Mundo de Clubes, nos EUA, a federação deu a entender que havia revisto a hierarquia de seus campeonatos.
Mas, para o alívio dos são-paulinos, a entidade máxima do futebol não rebaixou o Mundial disputado em dezembro, agora chamado de Intercontinental. Assim como o Chelsea, vencedor da primeira edição da Copa, os ganhadores do Intercontinental continuam sendo tratados como campeões do mundo, conforme consta no site da instituição.
São reconhecidos, portanto, os troféus de 2000 e de 2005 em diante. O SP foi o primeiro a sair vitorioso na retomada da competição, em 2005, ao bater o Liverpool. Corinthians, com duas taças (2000 e 2012), e Internacional, com um caneco (2006), são os outros três brasileiros campeões do certame.
Em contrapartida, a antiga Copa Toyota, organizada por Conmebol e Uefa, é tratada pela entidade de maneira diferente. Embora reconheça o caráter intercontinental do formato, o órgão não o destaca da mesma maneira. O que coloca em xeque as conquistas tricolores de 1992 e 1993 como mundiais.
Fifa coloca Copa em um patamar acima
Apesar de considerar os formatos anteriores, é inegável que a entidade máxima do esporte bretão trata de forma diferente a Copa do Mundo de Clubes. Um torneio que já vem sendo colocado como um dos relevantes do futebol e que tende a ganhar ainda mais importância com o passar do tempo.
Afinal, trata-se de um formato semelhante ao da Copa de Seleções, com mais participantes e um apelo muito maior na comparação com o agora denominado Intercontinental.









