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FIFA retira títulos mundiais de São Paulo, Internacional e Corinthians

Em manobra ousada, a Fifa retirou os títulos mundiais de São Paulo, Internacional e Corinthians. Com a Copa do Mundo de Clubes fazendo parte…

FIFA retira títulos mundiais de São Paulo, Internacional e Corinthians

Créditos: Reprodução/Fifa

Em manobra ousada, a Fifa retirou os títulos mundiais de São Paulo, Internacional e Corinthians. Com a Copa do Mundo de Clubes fazendo parte do calendário a partir de agora, a entidade máxima do futebol classificou os antigos formatos, incluindo os que foram vencidos pelos times brasileiros neste século.

SP, Inter e Corinthians, portanto, passam a ser campeões intercontinentais e não mais mundiais, como eram tratados anteriormente. Daqui em diante, campeão do mundo é somente o vencedor da Copa do Mundo de Clubes. O Chelsea, por exemplo, ganhador da edição de estreia, é o primeiro e único campeão.

Após a vitória dos Blues sobre o PSG, no último fim de semana, a federação celebrou a conquista da agremiação inglesa e publicou uma matéria intitulada “Chelsea demole PSG e conquista o 1º Mundial de Clubes da Fifa”, colocando o time londrino como primeiro clube campeão do mundo.

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Além do Intercontinental, a Copa Toyota, organizada por Conmebol e Uefa, também caiu na hierarquia da entidade. Isso significa que os dois títulos conquistados pelo SP e os êxitos de Santos, Flamengo e Grêmio agora são títulos intercontinentais.

Fifa dá maior importância a Copa do Mundo de Clubes

Em suma, a Copa do Mundo de Clubes passa a ter uma importância maior na hierarquia da federação internacional. Afinal, trata-se do projeto mais ambicioso da instituição a nível de agremiações, reproduzindo o que faz no ambiente de seleções desde 1930.

A tendência é que essa posição se consolide com o tempo, à medida em que o torneio se fixe de vez no calendário e nos objetivos dos times.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.