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FIFA não teve dó e tirou 6 pontos do Cruzeiro no Brasileirão

Sem piedade nenhuma da instituição, a Fifa agiu e tirou seis pontos do Cruzeiro no Campeonato Brasileiro. Em 2020, a entidade máxima do futebol…

FIFA não teve dó e tirou 6 pontos do Cruzeiro no Brasileirão

Créditos: Tiago Tindade / Staff Imagens

Sem piedade nenhuma da instituição, a Fifa agiu e tirou seis pontos do Cruzeiro no Campeonato Brasileiro. Em 2020, a entidade máxima do futebol penalizou o clube mineiro por uma transferência irregular feita anos antes e a conta foi paga através do certame nacional.

Em 2017, o time celeste fechou o empréstimo do volante Denílson junto ao Al Wahda, dos Emirados Árabes Unidos. Para ter o jogador, a Raposa se comprometeu a desembolsar 850 mil euros (R$ 5 milhões, na época). As cifras, no entanto, não foram pagas e o atleta ficou apenas seis meses em Belo Horizonte.

O Al Wahda, então, levou o caso à federação internacional, que, por sua vez, estabeleceu um prazo para a equipe brasileira honrar o compromisso. Como isso não aconteceu, a entidade puniu os mineiros com a perda de seis pontos. Por essa razão, o time iniciou o Brasileirão de 2020 negativado.

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Rebaixado no ano anterior, o Cruzeiro não conseguiu o acesso naquela temporada – não só por conta da punição – e ainda amargou mais uma jornada na Série B. O tão sonhado retorno à elite do futebol nacional só veio em 2022, na gestão Ronaldo Fenômeno.

Fifa pune os inadimplentes

Se por aqui faltam mecanismos regulatórios que punam os clubes que não pagam suas dívidas, a federação internacional faz sua parte. Vira e mexe, uma agremiação brasileira se vê envolvida em algum tipo de sanção, como transfer ban.

Em alguns casos como o da Raposa, em que a pendência não é quitada, a penalidade vai além e resulta em perda de pontos. Em última instância, os compromissos não honrados podem acabar até em rebaixamento.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.