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FIFA não aceita desculpa por calote e obriga o Corinthians a pagar bolada milionária

A determinação da Fifa foi mantida e o Corinthians terá de arcar com dívida milionária com jogador. O clube perdeu recurso na Corte Arbitral…

FIFA não aceita desculpa por calote e obriga o Corinthians a pagar bolada milionária

Foto: Divulgação.

A determinação da Fifa foi mantida e o Corinthians terá de arcar com dívida milionária com jogador. O clube perdeu recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS), que o condenou a fazer o pagamento de salários atrasados ao centroavante Mauro Boselli, atualmente no Estudiantes de La Plata.

O CAS manteve a decisão anterior da Fifa, que havia designado a indenização do atacante argentino por parte do Alvinegro em 1,1 milhão de dólares (cerca de R$ 5,6 milhões, pela cotação atual), em 2021. A agremiação contestou o valor e, por isso, recorreu à instância judicial superior.

O time do Parque São Jorge está em contato com os representantes legais do atleta para chegar a um acordo amigável. Caso isso não aconteça, punições por parte da entidade máxima do futebol poderão ser aplicadas.

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A primeira delas é o transfer ban, que impede a realização de contratações de novos jogadores durante um período de tempo. Se a pendência persistir, há a possibilidade da agremiação perder pontos no campeonato nacional e, em medida ainda mais extrema, ser até rebaixada para a segunda divisão.

Corinthians tem o Palmeiras pela frente no sábado

No próximo sábado (29), às 18h30 (de Brasília), os rivais se enfrentam no Allianz Parque, em partida válida pela terceira rodada do Brasileirão. O primeiro clássico do ano, disputado na Neo Química Arena, pelo Paulistão, terminou empatado em 2 a 2.

Antes disso, ambos têm compromissos pela Copa do Brasil. Nesta quarta, o Verdão encara o Tombense, enquanto o Alvinegro joga contra o Remo, os dois confrontos pela terceira fase do torneio nacional.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.