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Fifa disse que jogador era melhor do que Pelé

Segundo a Fifa, Pelé não era o jogador mais bem preparado fisicamente da Seleção Brasileira tricampeã do mundo em 1970. Para a surpresa de…

Fifa disse que jogador era melhor do que Pelé

Foto: Rodolpho Machado/Placar.

Segundo a Fifa, Pelé não era o jogador mais bem preparado fisicamente da Seleção Brasileira tricampeã do mundo em 1970. Para a surpresa de todos os apaixonados por futebol, esse posto era ocupado por uma outra lenda do esporte bretão nacional: Jairzinho.

É isso o que consta nos documentos que integram a exposição “Inovação em Ação: tecnologias do futebol dentro e fora do campo”, do museu da entidade máxima, localizado em Zurique, na Suíça. O material é inédito e foi adquirido em 2024.

Os dados fazem parte de relatórios feitos em fevereiro de 1970, no Rio de Janeiro, durante a preparação do selecionado canarinho visando o Mundial do México. Em uma das avaliações, que considera uma corrida de 12 minutos, o Rei do Futebol é classificado como “bom”, enquanto Jair é apontado como “muito bom”.

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O objetivo do treinamento, conduzido pelo preparador físico Carlos Alberto Parreira, consistia em medir a resistência e níveis de condicionamento dos atletas. Foram semanas de preparação em território brasileiro até a viagem ao México com um mês de antecedência, com o intuito de se adaptar ao país da Copa.

Pelé não foi o grande nome de 1970

Embora seja celebrado com méritos, o Rei do Futebol não foi o grande nome da conquista do tricampeonato da Seleção Brasileira. Na verdade, esse posto pertence a Jairzinho.

O ídolo do Botafogo balançou as redes adversárias em todos os jogos da campanha – duas vezes contra a Tchecoslováquia – e até hoje é o único jogador a alcançar o feito. Não por acaso, o desempenho avassalador lhe rendeu o apelido de “Furacão da Copa”.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.