★ Notícias do Palmeiras

FIFA decide distribuir R$ 2 bilhões e Palmeiras vai ganhar fatia

Na última segunda-feira (27), a Fifa anunciou acordo com a Associação Europeia de Clubes (ECA). Ao tornar público o acerto com o órgão, a…

Na última segunda-feira (27), a Fifa anunciou acordo com a Associação Europeia de Clubes (ECA). Ao tornar público o acerto com o órgão, a entidade máxima do futebol mundial divulgou que pagará 355 milhões de dólares (R$ 1,8 bilhão, na cotação atual) para os times que cederem jogadores para as Copas do Mundo de 2026 e 2030.

O valor representa um aumento de quase 70% em relação às outras edições do torneio mais importante do esporte bretão. Em 2018, na Rússia, e 2022, no Catar, a quantia desembolsada pela federação foi de US$ 209 milhões (pouco mais de R$ 1 bilhão).

Essas cifras fazem parte do Programa de Benefícios para Clubes, que repassa uma fatia das receitas dos campeonatos de seleções para as agremiações. A medida tem o intuito de proteger as equipes em caso de lesão dos jogadores liberados para defenderem seus respectivos países na Copa.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

O atual formato do Mundial será modificado. A partir de 2026, a competição passará a ter 48 times e não mais 32. As seleções serão dispostas em doze grupos de quatro equipes cada.

Fifa pode beneficiar o Palmeiras

Com o aumento no pagamento aos clubes que cederem atletas para seus países na Copa, o Verdão é um dos clubes que podem sair ganhando.

No Mundial do Catar, por exemplo, o Alviverde faturou com as convocações de Weverton e Matías Viña. O uruguaio havia feito parte do elenco palestrino nas últimas temporadas, um dos critérios para a instituição ser beneficiada.

Atualmente, o goleiro segue nos planos da Seleção Brasileira, assim como Gustavo Gómez e Joaquín Piquerez, de Paraguai e Uruguai, respectivamente. Ainda há Rony e Raphael Veiga que recentemente foram chamados para vestir a amarelinha.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.