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Falta de atitude da CBF pode atrapalhar seriamente o Palmeiras

Nesta sexta-feira (28), a Fifa anunciou que a tecnologia do “impedimento semi-automático” foi aprovada e será utilizada na Copa do Mundo do Catar. O…

Falta de atitude da CBF pode atrapalhar seriamente o Palmeiras

Foto: Divulgação.

Nesta sexta-feira (28), a Fifa anunciou que a tecnologia do “impedimento semi-automático” foi aprovada e será utilizada na Copa do Mundo do Catar. O que é uma boa notícia para o futebol mundial, para o Brasil nem tanto. Por aqui, a ferramenta não deve chegar em menos de quatro anos.

A informação é do jornalista Vitor Sérgio Rodrigues. De acordo com VSR, em conversa com integrante da Comissão de Arbitragem da CBF, os custos para implementar o sistema são altos e fora dos padrões do cenário nacional.

Para a utilização do impedimento semi-automático são necessárias cerca de 20 câmeras nos estádios, posicionadas de maneiras diferentes. Além disso, os estádios que recebem os jogos das Séries A e B não têm a estrutura necessária para isso.

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As imagens da nova ferramenta tecnológica prometem acabar com a polêmica estabelecida pelo VAR a respeito da linha ajustada de impedimento. Atualmente, as marcações manuais das linhas azul e vermelha muitas vezes geram mais dúvidas do que certezas.

Palmeiras está perto de receber grana da CBF

Na próxima quarta-feira (2), às 16h, o Verdão recebe o Fortaleza, no Allianz Parque, em partida válida pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Basta uma vitória simples diante do Leão do Pici para o Alviverde garantir matematicamente o título, uma vez que restariam nove pontos em disputa e o clube não poderia mais ser alcançado.

Com a taça, o Palmeiras receberá R$ 45 milhões de premiação da CBF, organizadora do torneio. A quantia da atual edição representa um aumento significativo em relação ao ano de 2021, no qual o campeão Atlético-MG ficou com R$ 33 milhões.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.