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Ex-São Paulo, Wellington recém chegou no novo clube e já foi dispensado

O volante Wellington, ex-São Paulo, mal chegou no novo clube e já foi dispensado sem nem mesmo entrar em campo. Nesta semana, o Noroeste…

Ex-São Paulo, Wellington recém chegou no novo clube e já foi dispensado

Créditos: Gabriel Ambrós / São Paulo FC

O volante Wellington, ex-São Paulo, mal chegou no novo clube e já foi dispensado sem nem mesmo entrar em campo. Nesta semana, o Noroeste anunciou a rescisão contratual do experiente jogador de 33 anos de idade, que não faz mais parte dos planos da equipe.

O meio-campista foi oficializado como reforço do Norusca no início de janeiro. Visando a disputa do Campeonato Paulista, depois de 14 anos afastado da elite estadual, o Norusca reformulou o elenco e contratou mais de 20 jogadores, dentre os quais o veterano.

Wellington ficou no banco de reservas nas duas primeiras partidas do time do interior, contra Velo Clube e Palmeiras, mas não chegou a entrar em campo. Nos jogos seguintes, diante de Botafogo-SP e Guarani, sequer constou entre os relacionados do treinador Paulo Comelli. Logo em seguida, a rescisão foi confirmada.

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Ao longo da carreira, o volante vestiu camisas importantes do futebol nacional, como as de Internacional, Vasco da Gama, Athletico-PR e Fluminense. Mas sua passagem mais marcante foi pelo SP. Formado nas categorias de base, ele ficou no Morumbi de 2007 a 2016, quando deixou o clube em definitivo

Wellington foi campeão no São Paulo

No total, o meio-campista disputou 172 jogos com a camisa são-paulina. Wellington pegou o final da era vitoriosa do rival do Palmeiras e o início de um dos períodos mais complicados da agremiação, no qual viveu um longo jejum de títulos.

O volante esteve presente na conquista do Campeonato Brasileiro de 2008 e fez parte com maior efetividade do êxito da Copa Sul-Americana de 2012.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.