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Ex-Palmeiras larga o nome em português e adota chinês no retorno ao Brasil

Recentemente, um ex-jogador do Palmeiras acertou sua saída do futebol chinês e optou por voltar a atuar no futebol brasileiro. E em homenagem às…

Ex-Palmeiras larga o nome em português e adota chinês no retorno ao Brasil

Recentemente, um ex-jogador do Palmeiras acertou sua saída do futebol chinês e optou por voltar a atuar no futebol brasileiro. E em homenagem às raízes criadas no período em que passou no país asiático, ele tomou a decisão um tanto curiosa de colocar o nome na camisa em mandarim.

Trata-se do meio-campista Moisés, que entrou em campo na partida do América-MG contra o Uberlândia, válida pelo Campeonato Mineiro, com o nome no idioma chinês no uniforme. Segundo o clube, a ação foi uma homenagem ao Ano Novo chinês, que será celebrado no dia 10 de fevereiro.

“Em ação referente ao #AnoNovoChinês, que será no próximo dia 10, o nosso profeta, Moisés, entrará em campo nesta quarta-feira com o seu nome na armadura de jogo no idioma mandarim chinês”, explicou o Coelho.

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Depois de brilhar pelo Verdão, o atleta se transferiu para a China, onde defendeu o Shandong Luneng (atual Shandong Taishan) por cinco temporadas. Por lá, ganhou uma vez a liga nacional (2021) e emplacou três taças seguidas da copa (2020, 2021 e 2022).

Moisés brilhou com a camisa do Palmeiras

O melhor momento da carreira do meia, sem dúvidas, foi vestindo o uniforme alviverde entre 2016 e 2019. Em seu primeiro ano no Allianz Parque, foi fundamental na conquista do título brasileiro, que tirou o clube de uma fila de 22 anos sem ganhar o campeonato mais importante do país.

O atleta, que atualmente está com 35 anos de idade, acabou perdendo espaço no time, muito por conta de uma grave lesão. Ainda assim, fez parte da campanha vitoriosa do décimo troféu do Brasileirão da história Palestra, em 2018.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.